quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Descanse Em paz, Ian "Lemmy" Kilmister

Segue abaixo a nota de falecimento do lendário mestre Lemmy
 A nota abaixo foi postada no facebook oficial do Motorhead:

"Não há maneira fácil de dizer isto... nosso poderoso e nobre amigo Lemmy faleceu hoje após uma curta batalha contra um câncer extremamente agressivo. Ele tomou conhecimento da doença no dia 26 de dezembro, e estava em casa, sentado na frente do seu vídeo game favorito do The Rainbow lançado recentemente, junto de sua família.
Não temos como expressar nosso choque e tristeza, não há palavras.
Nos próximos dias daremos mais informações, mas por hora... ouça Motorhead em volume bem alto, ouça Hawkind bem alto, toque a música de Lemmy BEM ALTO.
Tome um drink ou vários.
Compartilhe suas histórias.
Celebre a VIDA deste adorável, maravilhoso sujeito que foi vivida de maneira tão vibrante.
É exatamente isto que ele iria querer.
Ian 'Lemmy' Kilmister
1945 -2015
Nascido para perder, viveu para ganhar".







Abaixo um vídeo de uma, um clássico, música esta que deixa explicito a manipulação das religiões. Fundador do "Cabeça de Motor" foi fonte de inspiração para infinidades de banda e estilos, dono de uma voz rouca marcante, aficionado por relíquias de guerra.  
O senhor da máquina descansou, viveu intensamente e sempre será referência, independente de gênero, pois dizia ele: 
O Motörhead não era uma banda de Heavy Metal, sim uma banda de Rock and Roll.
Vídeos abaixo legendados, alias.

Elegia A Um Rosto ( Ajuda-me)





Uma mulher sem rosto, flores cobrem-lhe. Há flores em seus cabelos, há flores em seu rosto e em suas mãos. Rosto inexpressivo, como queria que estivesse apaixonada. Chove lá fora, ecoam os trovões em meu peito. Não queria, perco o controle, tanta raiva. Raiva não sei do que, por quê. Venha me acolher em um abraço, abra as suas asas. Beije-me, volte seus olhos noturnos. Habite em meu peito, traga a doçura aos dias meus. Rosto inexpressivo, moça dê-me seu perfume. Socorra-me.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Ciência X Religião - Deus das Lacunas - Neil deGrasse Tyson

Mais um excelente vídeo:


Neil deGrasse Tyson Nossa Origem Atômica e um Pensamento Perturbador (LEGENDADO)


Segue mais um vídeo: 

Neil deGrasse Tyson Responde:

Neil deGrasse Tyson responde a um garoto de 6 anos.
Não comentarei muito a cerca, mas o vídeo é interessante.
Para quem acha que ateus não tem sentido em sua vida.

Saudações

Olá meus caros, como estão?
Quanto tempo hein?

Pois então, ando desmotivado e pensando até em desativar o blog de vez, mas como sei que ainda há quem visite e goste do blog, em consideração o deixarei ativo. Mesmo que sem publicar material novo.
Peço desculpas pela minha ausência, mas não me sinto mais tão interessado a escrever.
Porém ainda sim, sempre que possível passarei por aqui, para deixar o meu oi e o meu forte abraço, além do meu obrigado a quem visita este humilde blog.

Quero desejar a todxs um próspero de 2016, repleto de realizações e sucesso.
Que o conhecimento avance e que a ignorância e o retrocesso decaíam.
Uma vez onde a escuridão da ignorância. tem tomado tanto poder.

No mais, obrigado!!!


FELIZ 2016!!!




quarta-feira, 22 de julho de 2015

Pirahãs: A tribo que converteu um missionário ao ateísmo-

Não há necessidade de que eu faça extensos comentários, a matéria por si só explica muito bem, mas caso queira conhecer um pouco mais sobre a tribo: https://pt.wikipedia.org/wiki/Pirarr%C3%A3s


"Pirahãs: A tribo que converteu um missionário ao ateísmo

Catequizando os catequizadores desde 1996
Pirahãs: A tribo que converteu um missionário ao ateísmo

Recente reportagem da BBC Radio trouxe uma história curiosa de uma selva que recebeu um missionário e devolveu ao mundo mais uma ateu. A história resumida pelo site freethinker.co.uk começa com um missionário norte americano disposto a pregar sua fé aos índios sulamericanos mas que acaba conhecendo os Pirahãs. Uma tribo de gente em contato com a natureza e absolutamente secular. Um povo que terminou por convencer o pregador cristão a se tornar ateu.

Daniel Everett, 57, linguista da cadeira de Língua, Literatura e Cultura da Universidade de Illlinois disse ao apresentador da BBC, John McCarthy que seu objetivo era levar a alegria da fé cristã aos "povos primitivos", mas acabou descobrindo que aquelas pessoas já eram felizes. De fato, segundo ele muito mais felizes do que a maioria do cristãos que ele conhecia.

A primeira estratégia de Everett foi traduzir o Evangelho de Lucas para a língua dos Pirahãs e fazer uma leitura para os membros do grupo. Mas qual a surpresa do missionário ao ver que mesmo interessados na história, os índios resistiam a toda tentativa de conversão. Os Pirahãs perguntavam se ele próprio havia presenciado todos os milagres que eram contados, e ele teve que admitir que não. Admitiu que simplesmente estava passando adiante o que haviam contado pessoas que por sua vez também não testemunharam nada daquilo.

Para os Pirahãs o mundo é como sempre foi e não há nenhuma deidade suprema. Além disso não existem quaisquer mitos da criação, ou súplicas em sua cultura. Eles não demonstraram qualquer necessidade de Deus, religião ou autoridade política ou religiosa para viverem suas vidas.

Ainda segundo freethinker.co.uk o zelo do missionário logo se dissipou. Convencido de que os Pirahãs não apreciavam qualquer significado espiritual da Bíblia, Everret finalmente admitiu que ele mesmo não conseguia mais levá-la a sério. Ele se declarou ateu.
Sua honestidade intelectual lhe custou um casamento, vários amigos e a perda de contato com dois de seus três filhos. Sua trajetória com os Pirahãs é contada em seu livro: "Don’t Sleep There are Snakes.", eleito o Livro da semana pela própria BBC Radio 4 que nos trouxe a história."


Att.
A. Rodrigues

terça-feira, 14 de julho de 2015

Que morte cruel- Por A. Rodrigues

Que morte cruel, que anunciem os corvos, que morte cruel ouvem se lamentos ao choro do violino Que morte cruel, com lágrimas lavando o rosto dos vivos. Finda-se a música da vida nos ouvidos do finado, que morte cruel não há nenhum salvador. Que morte cruel, aos vivos que aos vivos dá apenas o tempo a consolação e a doce ilusão de esperança. Que morte cruel, as vezes chega mansa, sem cerimônias e danças acolhe o seu. Que morte cruel, os vermes abraçam o cadáver, defunto fresco com o qual irão se alimentar. Que morte cruel leva para si toda existência e ao moribundo deixa o nada. No sarcófago poesia mórbida, na lápide doces palavras, despede-se do morgue. Que morte cruel algum dia seremos todos seus. Dentro do caixão nem ouve a última pá de terra, encerra-se o sepulcro.

Enterrado Vivo- Por A. Rodrigues

Que desagradável, este não foi um belo dia para morrer, na solidão da tumba gritos em vão, terror abafado pela terra. Ecoa o desespero em sua mente, já imagina os vermes se banqueteando subindo em sua pele, o cal lhe queima e seu desespero queima o ar, que triste fim. Gritos de dor enquanto abrevia ainda mais sua existência, se cortando nas lascas que se soltam em seu caixão. A morte mordiscando os lábios contente com o tutano que irá saborear Triste fim, inerte no chão. O oxigênio se finda, triste fim enterrado por engano naquele inverno profano não houve cruz para se agarrar.

Mascara- Por A. Rodrigues

Me dê minha máscara, assim posso ver tudo e ninguém pode me ver. Embaixo dela respiro melhor, embaixo da máscara ninguém meus olhos podem ver. Me escondo da pessoa que sou, queria ser alguém melhor. Some o riso, o meu rosto sem expressão mas a máscara sorri, sou só apenas um ser humano comum e horrível. A máscara protege meus olhos do cinza da cidade, da luz e da noite. Tenho temido a noite pois é a noite que as sombras aumentam e os pensamentos me atormentam mais. Noite pavorosa de asas abertas gerando meu caos, monstros em minha cabeça, a máscara desliga o horror existencial, uma fuga de mim. A máscara não é real e nem sei o que serviria como tal, uma metáfora da paz que procuro e não sei qual é. Só desejo que a alegria volte a nossos olhos, que os lábios voltem a sorrir.